about her

Mimis, na verdade, se chama Yasmin. Tem 20 anos, por mais que ninguém acredite (para dizer a verdade, nem ela acredita muito bem nisso). Já foi uma estudante de design e abandonou o curso para fazer jornalismo. Canhota, usa o mouse (e a tesoura) com a mão direita, pois acha que todo mundo deve ao menos tentar se adaptar. Bem, para falar a verdade é só porque todos os outros habitantes da casa são destros e desde pequena ela nunca teve dificuldades com esses utensílios (o que não pode se dizer do abridor de latas. Não cabe aqui mencionar experiências envolvendo facas, tesouras de ponta e arremessos de latas de leite condensado quando ela estava sozinha em casa). Ela gosta de chá mate com limão, cookies, cappuccino, tudo que leva framboesas e muitas outras coisas, mas só sabe “cozinhar” bolo de caneca, panquecas, brigadeiro e um nem-tão-famoso-assim “bolo cookie”. Não se veste tão bem quanto gostaria e sempre acha que seu cabelo está uma bagunça (quase sempre está certa).

Lê J.D. Salinger, Kerouac e praticamente qualquer coisa que você colocar em suas mãos. Quando pequena, sua mãe dizia que nunca iria à falência em uma loja de brinquedos, mas sim em uma livraria. Gosta de andar de metrô vazio, costuma andar sempre com um livro na bolsa e tem medo de aranhas. Escuta Death Cab for Cutie, The XX, Belle and Sebastian, Florence + the machine, The Kooks, Beatles, e muitos outros sempre que possível.

(Quase uma louca dos gatos, pode dizer. Esse desenho lindo foi feito pela Maru)

Gosta de dias bem frios com sol, de pisar nas faixas brancas quando atravessa a rua, de dançar sozinha no quarto (com ou sem música) e cochilos no tapete fofinho do seu quarto. Grandes tendências ao desequilíbrio ou falta de coordenação (leia-se: destrambelhada). Tímida, inconstante. Tem uma certa dificuldade para externar o que sente com palavras verbalizas, porém se sente muito à vontade quando elas estão escritas. Ama abraços, vírgulas, dias chuvosos, andar de carro com ele, girassóis, cheiro de livros, parêntesis e o ronronar de gatinhos, entre tantas outras pequenas-grandes coisas. Não se importa (tanto) com a imagem que geralmente criam dela, de uma “criança” presa no seu mundo imaginário, sempre em devaneios. É quase uma verdade.

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